quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Homo Sapiens

 Existe uma denominação óbvia ao Ser humano, Homo Sapiens, ele atribuiu esta ao decorrer de eras nos variados continentes, climas e condições do habitat, mas como nada é perfeito ele começou a se integrar no Sistema, pouco a pouco, dos nômades, em bando consideravelmente grandes. Os africanos, seres altamente desenvolvidos em condição de seus genes aos raios mais penetrantes nos mais fracos sofriam muito pelo clima, e os Esquimós? Não poderíamos deixar de citá-los, o mesmo digo, resistência a temperaturas mais cruciais, os peixes eram uma formidável apresentação de sobrevivência. Nas Américas os indígenas, amarelos os de clima tropicas, ou de clima mais variado no planeta tinham animais exóticos para se caçar, as frutas mais deliciosas dos 5 continentes e variabilidade de solos incríveis. Existiam os homens do Oriente assim como se denomina atualmente, por característica marcante de seus olhos puxados, por sua maioria, postura dos Samurais, ou rios Tigre e Eufrates? Logo vinham o Homo Sapiens Sapiens, oriundo de um local meio sombrio dos 5, frio, mas não tanto como os invernos da Sibéria.

Mas porque ele não era apenas Homo Sapiens Sapiens como todos?
Eu lhes pergunto: Porque o pensamento move montanhas?
E então estes se alto proclamaram os próprios, únicos e superiores à qualquer, A Seleção Natural não estava no Sistema, e sim na organização do Sistema!

Angelo.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Capítulo 1 - Demonstração

 Jorge se agache ou irão nos ver!


Rapidamente este o fez num arbusto qualquer.

Olhei de soslaio para minha irmã, conversando sem ao menos balbuciar. Logo à frente me deparei com um grupo de militares, foi então que um deles teve a brilhante ideia de derrubar a sua arma ao realizar uma manobra para se exibir.
Ele me percebeu, estava nos meus pés.
Me encarou como se não fizesse parte da natureza, nas profundezas dos olhos sanguinários do soldado tive por um momento a sensação de que me mataria, eles vão me pegar, sim? Porque não? Lá pelo menos tem comida.
Afastei essa ideia, não quero voltar para lá novamente, não depois do que vi, horrível resumo.
O homem media 1,84 e vestia uma longa armadura fina de alguns centímetros de espessura, branca e com listras de afundamento cinzas no peitoral, o capacete mais parecia ao visor de astronautas na face, e um segmento do mesmo material da armadura no restante da cabeça.
Percebi a sua arma, extremamente bela como a refração do sol ao entardecer, fogo fumegante para ser mais exato.

Um espada aos meus pés, continuei imóvel.

Logo o guarda se agachou encarando me, sem ver onde estava a espada, assustador! Então a guardou na sua bainha, tão bela quanto a lâmina. O soldado levantou se rapidamente e virou se a modo de ir embora, desconfiei. Relaxei os olhos mas focando no soldado, ele voltou se tão rápido quanto um piscar de olhos e continuou a encarar me, sorte a minha ter prestado atenção aos ensinamentos de meu padrasto.
Logo foram embora, urfa!
Ainda esperei curvado por alguns minutos até o grupo sumir de vista.

Então disse minha irmã com o coração saindo pela garganta:

-Jorge não repita isso novamente, quase infarto!

Respondi como se fosse o mais sábio dos sábios:

- Não se preocupe irmãzinha, da próxima eu me visto com a armadura de invisibilidade. - E riu por momentos até sair uma careta engraçada no rosto dela.

Asseguramo-nos que não vinha ninguém ao horizonte e seguimos caminho pelas matas do Centro Oeste, mas e a Caatinga? Cortava todos com o facão, e os via cair como todos nós caímos diante da dela, usurpou se de todos, tiraram lhes os maridos de muitas esposas em guerras, mataram muitos por fome, e por fim dominaram a Mãe terra que ainda luta contra eles em seus cataclismos.
Caminhamos por horas até o entardecer, estávamos cansados e exaustos da noite anterior, quando eu queimei alguns milhares de fardos de comida no segundo maior armazém do Ocidente e acabei fugindo por horas até despistar os guardas.
Parei um momento para admirar a luz da lua, tão bela! E num ponto de minha vida refleti; fiquei perplexo com tudo e olhei de longe Sophie, a sua idade, garota tão bela e inocente tinha seus 11 anos em meio ao auge de sua infância, uma pena estar nesse mundo sombrio, então disse:
- Sophie, vou jurar a você, um dia iremos ao Oriente, e lá viveremos na terra prometida! - falei com sinceridade não minto. - Lá seremos reis.
E ainda fico me perguntando o por que de termos uma vida como esta, enquanto há inúteis seres nas províncias do Império exercendo a perversidade mais escrupulosa da humanidade em inúmeros sobreviventes, Fato!
Passaram algumas horas mato a dentro e Sophie exclamou:
- Jorge estou com muita fome e não aguento mais olhar para o horizonte! - estava realmente exausta, e então disse novamente; - O que são aquelas luzes ao longe? - Falou com um tom empolgante, o mesmo de quando quase fomos pegos pelos guardas.
Toquei me a olhar e observei uma linha pontilhada de luzes, logo falei; - Vamos deve estar perto.
O quanto antes chegássemos mais rápido ela descansaria. Seguindo na mata aos joelhos, e já haviam poucas árvores eu já poderia ousar ver construções, em ruínas? Talvez!

Angelo.

sábado, 22 de agosto de 2015

A Nação

  Estou sentado à televisão, exatas 22:01 da noite de uma sexta-feira, ao acaso, me distraio por momentos consumindo um pouco de mídia, em uma das maiores empresas de manipulação da Nação, o simples caso em que envolve a típica vilã do envoltório, e a mocinha que vai desvendado os "podres" desta. Afora do núcleo vejo a cena dos policias se persuadindo em tentar descobrir o assassinato de um dos cúmplices da vilã, por bom senso assisto com tranquilidade e com pouca importância, logo após alguns instantes a vilã atrai a mocinha sequestrando-a, por grande ironia ela está sendo perseguida pelo namorado da sequestrada, que sentiu sua falta à mesa.

 Absorvo bem a cena, a vilã e o corpo inconsciente por respirar um gás que faz o seu sistema respiratório paralisar por meia hora, ela usa luvas brancas para evitar suas digitais, meio óbvio a qualquer criminoso que não quer se revelar, vejo o momento em que a vilã joga a mocinha em sua frente, um local isolado, em obras para ser mais exato, goteiras caem ao mesmo instante em poças d'água ao longe. Observo o momento em que a vilã prepara-se para empunhar a arma e como um click despejar uma vida no ar, por estantes fico paralisado por tal situação até ser interrompida pelo namorado, chegando ao local, e inconscientemente o caçador vira a presa, aos instantes com uma mancha de sangue no colarinho, morre!

 Consumidos por ódio e carnificina, uma massa esmagadora da população está alienada por pão e água(incluo-me com petulância a este grupo), enquanto a desordem e o caos rondam as periferias das cidades, ao longo esta fez seu papel, controlou-os. Vejo essa cena todos os dias, em repetidas vezes; ao acordar preparo-me para ir a escola, ligo a televisão assistindo em TV aberta, a Nação começa a realizar a sua desordem, indiretamente por seu meios.

 Os assaltos e obras inacabadas durante a manhã.

 Assassinato e carnificina durante a tarde.

 Novelas e futebol a noite.

 E observo este ciclo repetir-se, escândalos de corrupção aos jornais?

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Incessante

 A cidade nunca para, ela não anda apenas é contínua, tem seus carros amontoados e que entram em bifurcações em horários de pico; os ônibus e vans lotados e de passageiros que transitam nas paradas infernais, pessoas se espremendo por um cantinho(cuidado com as mãos); o pedestre caminhando saindo do metrô e seguido por mais duzentos na paulista; os aviões que transitam a cada 2 minutos por Guarulhos, sem mencionar o congestionamento!; filas e mais filas, nossa vida se resume à isso?

 Bem aventurados aqueles que tem tempo e pouco entram em filas desarmoniosas, vivem no asfalto negro e sem se levantarem para tocar nos balaústres das 6.
 Pena que nem todos são os aventureiros.

Criança, digo: quero ter tamanho para essas coisas.

Adolescente, digo: não tenho tamanho para essas coisas, prefiro ser adulto.

Adulto, já não sou adolescente não tenho tempo para ser criança, prefiro ser responsável.

Angelo.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Olá Senhores

Parece meio inútil a minha participação nesse sistema neste instante, mas do que vale um grão de areia somente hoje contra um grão de areia por dia durante um milhão de anos?

Eu me apresento: Me chamo Eu Sistema, um ser enigmático, mas ao mesmo tempo comum. Muitos dizem que sou um bom marketeiro, claro! Sou o Sistema, pois vim para este lugar para divulgar minhas ideias, compartilhar um pouco da minha visão de mundo e conhecimentos, além de curiosidades sobre este mundo. 

Já digo ao caro leitor que este blog será de críticas ao sistema, quebra de paradigmas, vejo que essa é uma poucas maneiras que encontrei para me expressar sem ser atingido diretamente pelo sistema. 

Bem, antes de tudo, lhes apresento o sistema, ele é um maquinário, uma forma de te controlar, quem o conhece sabe do que ele é capaz, ele está inserido em todos os tipos de teorias que você já ouviu, desde de aquelas que envolvem o próprio Charlie chaplin com o famoso filme "tempos modernos" onde ele continua repetindo uma determinada atividade como um robô, até as teorias que envolvem ETs e o "governo oculto", particularmente desconfio, nunca se sabe. E se tudo que é feito como conspiração for verdade? Disso não sei, e também não quero saber agora.

Voltando ao que estava falando, você irá se deliciar com minhas notícias, prometo ser um escritor fiel e marcando ponto, ops... Digo, criando posts para você. Caso algum assunto relacionado ao mundo de conspiração, curiosidades, quebra de paradigmas te interesse, assine o meu blog, pois como lhes disse senhores e senhoras... Um grão de areia todos os dias!

Angelo.