quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Panem et Circus

 Provavelmente você que é jovem já deve ter assistido ao Filme Jogos Vorazes, apesar de ser uma adaptação de um livro, retrata costumeiramente uma relação dos antigos romanos, em que a Capital

Panem faz a alienação de sua população com carnificina entre adolescentes, e verificando a dominação sobre o povo.

A autora retratou algo que acontecia comumente em Roma; o império estava engolida em assaltos, corruptos, e principalmente a população insatisfeita, feito disso criara a política "Panem et Circus" derivada do latim e que significa "Pão e circo". era uma expressão usado pelos romanos e que variava a satisfação do seu público diante das distrações, a Arena, onde escravos eram preparados para se digladiarem, e dependendo do sinal da mão(em sinal de punho com o polegar estendido) para cima ou para baixo, o vencedor executava o perdedor, ou então lutavam com animais extremamente faminto, por suas vidas.

Enquanto isso, uma multidão gigantesca da população estavam assistindo ao palco do conflito, torcendo como seres ferozes, aplaudindo, apostando, e se distraindo... Haviam outros que ficavam em pé distribuindo pão e água para a população, com a noção de que "nada importa estou assistindo aos jogos".

 E por outro lado a própria também decidiu exclamar a própria atualidade de países, normalmente de terceiro mundo(ops! em desenvolvimento), ao exemplo do Brasil, país em que o principal meio de comunicação(rede globo), apenas o primeiro, detém um total de 90 milhões de telespectadores, diariamente, algo que os meios televisivos dos EUA mal conseguem alcançar, e se conseguem, pouquíssimas são as vezes(lembre se que eles tem os maiores aparatos da mídia persuasiva global). Assim a população fica petrificada em novelas(não me surpreendo por termos feito as melhores do mundo), nos jogos de futebol pois somos conhecidos mundialmente, fora outros fatores.

Desta forma dar se á espaço para corruptos, tais como os citados no último blog, repito isto não é algo que diverge dos tempos atuais, há anos o país está nesta crise.



"É tudo uma farsa, nossa sociedade é uma farsa, nós somos uma farsa, não exigimos nem o mínimo de nossos direitos, apenas reclamamos, apenas olhamos, e depois? Ligamos a TV!"

Angelo.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

EE-T2 Osório

Tanques, um assunto pouco comentado e que me divirto ao vê los, aquelas imagens dos tanques da 2 guerra mundial, fantásticos belos, apesar de eu ser contra guerras eles me fascinam, e não é pra tanto que até jogo em um simulador de tanques, um joguinho bem peculiar que me abriu está abordagem.

Esse jogo chamado World of tanks consiste em 5 tipos de tanques(artilharia, tanques médios, pesados, leves e caça tanques) e uma arbitragem de 15 jogadores para cada time, escolhidos aleatoriamente e por balanceamento, ele se destaca pelos mapas e gráficoa que nossa! Eu quase que penso estar em uma guerra.
Eu comecei a procurar tanques, vislumbrei um aqui outro ali e achei o Tiger, temível Tiger ou Tier alemão que batia qualquer inimigo.
 Porém como tudo tem seu fim durante a guerra os criadores decidiram criar outro mais avançado com espaço suficiente para os tripulantes o seu sucessor Tiger II  meu atual tanque principal no jogo, ele é extremamente versátil e manobrável, mas na rotação da torre deixa a desejar.

Eu considero os tanques como uma evolução dos navios, pois eles eram muito lerdos!! Quero dizer ao menos os mais fortes, se eu Citasse o M5 Stuart sim ele sim é rápido, podendo alcançar facilmente os 60km/h.


Mas voltando a linhagem dos tanques pesados alemães, o famoso Maus, ou o E-100 tanques estes que não saíram do papel, mas que se fossem usados em combate, combinaria em ataques de um tanque só com tiros destrutivos e simultâneos.

Agora pulando um pouco de época, bem na década de 80 a 90 criaria uma briga indireta e inacreditável entre Brasil e EUA, eu até me assustei com esta mas o Brasil farbricou o melhor tanque do mundo em épocas passadas, batendo o até então temível, mais do que o Maus e E-100, Abrams.


O Abrams perdeu seu posto para o EE-T2 Osório, produzido na década de 80 e produzido pela Engessa, foi um tanque que derrotou o AMX-40, C-1 Aríete e o citado Abrams. O tanque seria vendido para os Sauditas, porém alguns mentacaptas dos EUA não aceitaram e até li que o tio sam teve inveja do EE-T2 Osório.


A empresa Saudita ficou com os tanques Abrams dos EUA. E hoje os protótipos do tanque viraram sucata, o que deveria ser vendido por US$ 1 milhão de Dólares, e outros ficaram a exposição da falida empresa.

Angelo.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Calem a boca Nordestinos

Calem a boca Nordestinos!


Os nordestinos devem ficar quietos! Cale a boca, povo do Nordeste! Que coisas boas vocês têm pra oferecer ao resto do país? Ou vocês pensam que são os bons só porque deram à literatura brasileira nomes como o do alagoano Graciliano Ramos, dos paraibanos José Lins do Rego e Ariano Suassuna, dos pernambucanos João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira, ou então dos cearenses José de Alencar e a mara...vilhosa Rachel de Queiroz?
Só porque o Maranhão nos deu Gonçalves Dias, Aluisio Azevedo, Arthur Azevedo, Ferreira Gullar, José Louzeiro e Josué Montello, e o Ceará nos presenteou com José de Alencar e Patativa do Assaré e a Bahia em seus encantos nos deu como herança Jorge Amado, vocês pensam que podem tudo?
Isso sem falar no humor brasileiro, de quem sugamos de vocês os talentos do genial Chico Anysio, do eterno trapalhão Renato Aragão, de Tom Cavalcante e até mesmo do palhaço Tiririca, que foi eleito o deputado federal mais votado pelos… pasmem… PAULISTAS!!!
E já que está na moda o cinema brasileiro, ainda poderia falar de atores como os cearenses José Wilker, Luiza Tomé, Milton Moraes e Emiliano Queiróz, o inesquecível Dirceu Borboleta, ou ainda do paraibano José Dumont ou de Marco Nanini, pernambucano. Ah! E ainda os baianos Lázaro Ramos e Wagner Moura, que será eternizado pelo “carioca” Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, 1 e 2.

Música? Não, vocês nordestinos não poderiam ter coisa boa a nos oferecer, povo analfabeto e sem cultura… Ou pensam que teremos que aceitar vocês por causa da aterradora simplicidade e majestade de Luiz Gonzaga, o rei do baião? Ou das lindas canções de Nando Cordel e dos seus conterrâneos pernambucanos Alceu Valença, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e Lenine? Isso sem falar nos paraibanos Zé e Elba Ramalho e do cearense Fagner… E Não poderia deixar de lembrar também da genial família Caymmi e suas melodias doces e baianas a embalar dias e noites repletas de poesia…

Ah! Nordestinos…
Além de tudo isso, vocês ainda resistiram à escravatura? E foi daí que nasceu o mais famoso quilombo, símbolo da resistência dos negros á força opressora do branco que sabe o que é melhor para o nosso país? Por que vocês foram nos dar Zumbi dos Palmares? Só para marcar mais um ponto na sofrida e linda história do seu povo?

Minha mensagem então é essa: – Calem a boca, nordestinos!

Calem a boca, porque vocês não precisam se rebaixar e tentar responder a tantos absurdos de gente que não entende o que é, mesmo sendo abandonado por tantos anos pelo próprio país, vocês tirarem tanta beleza e poesia das mãos calejadas e das peles ressecadas de sol a sol.

Calem a boca, e deixem quem não tem nada pra dizer jogar suas palavras ao vento. Não deixem que isso os tire de sua posição majestosa na construção desse povo maravilhoso, de tantas cores, sotaques, religiões e gentes.

Calem a boca, porque a história desse país responderá por si mesma a importância e a contribuição que vocês nos legaram, seja na literatura, na música, nas artes cênicas ou em quaisquer situações em que a força do seu povo falou mais alto e fez valer a máxima do escritor: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte!”

Que o Deus de todos os povos, raças, tribos e nações, os abençoe, queridos irmãos nordestinos.

Orgulho de ser nordestino.

Angelo.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

O Fim do Começo

Em um dia desses qualquer me deparei com o que estava acontecendo ao meu redor, nada comum eu diria, nada estava do jeito de antes parecia mais um furacão do que uma enchente nos morros. Eu estava lá e sentia o que era, eu sabia e não sentia medo, o que tinha mudado em minha rotina naquele dia da capital cinzenta? Talvez uma vontade de algo, dúvida? Provável. Havia ruídos em que o som me dizia: Olhe para o quinto dos infernos e o reinvente, e refletia em meus pensamento, no que refletir no que pensar? Eu só queria continuar a rotina e esquecer aquela nostalgia do sistema, esquecer o que ele queria me mostrar, eu queria viver.

Bem, apesar de ainda estar rodeado com tais pensamentos naquela manhã coloquei minhas vestes e logo segui para a instituição de ensino,  aos berros já escutava antes de dobrar a esquina mal tapada de degraus, prossegui mesmo com o vento me repetindo: olhe para o quinto dos infernos e reinvente.

 Passei pela sentinela com os olhos voltados para a cerâmica, tão bela era, dava para perceber a continuidade das entrelinhas entre seu finito e suas curvas esbeltas, polidas sobre um atrito desafiador para os mais sábios patinadores, e esguias andando, correndo com o atraso e sem pensar no tempo.

 Persistir em abrir o natural mas pouco me convém aprender, somos todos uma fonte do nada ao que nos produz poucos espantos, e temos o que não podemos no que ter e sim ser.

Angelo.